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Sobre beijodepracinha

Romance, comédia, aventura, drama, cultura, filosofia de botequim, religiao, nostalgia… Os relatos de uma noiva em Berlim com saudades do seu noivo no Brasil, que faz contagem regressiva para o seu próximo encontro com o seu amado, e que, eventualmente, ainda tem crises de TPM, sao uma caixinha de surpresas…

Etiqueta de convidados

Lá foi o meu amado deixar nossos preciosos noivinhos no escritório da mocinha que fará nosso bolo, quando recebemos a explícita recomendação: “Avisem ao cerimonial para deixar alguém vigiando os noivinhos. Já colecionamos histórias de noivinhos roubados.”

Lembrei de gente reclamando de convidados levando arranjo da decoração. Será reflexo da cultura da malandragem? Acontece em todos os estados ou só aqui no Rio?  

Vou me abster de exercer comentários e deixá-los por conta das leitoras. E este post vale como um (triste) alerta.

Beijos, Jane (a duas semanas do casamento!)

Noivinhos: Promise, da Willow Tree.

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Cana e Cameron Ingalls no Brasil

Meninas sim sim sim , eles vão estar  no Brasil para um workshop em junho …Não é o maxímo?????Pois bem se vc ficou interessada deixa um comentário aqui no blog que a gente vai enviar um e-mail pra vcs com maiores detalhes!!!!Iupi!!!!O Casarei vai estar por lá…..Vamos?

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As regras que eu não sigo

Dizem que, nos convites, você coloca o nome e sobrenome do homem e “Família”. Tipo: Sr. Tom Cruise e Família.

Não segui! Minha irmã é minha irmã e coloquei o nome dela + “Família”, e não o do marido. Minha referência na família dela é ela. O mesmo fiz com amigas cujos acompanhantes não conheco. Nome delas na frente, nos casos em que estão com namorado que eu nem conheco ainda!

Também dispensei as formalidades nos convites de pessoas íntimas. Chamo minha amiga de Claudinha a vida inteira, não dava pra colocar “Claudia” no convite. Muito menos “Sra. Claudia”. Em geral, segui o bom senso. Escrevi nos convites a forma como chamo meus convidados no cotidiano. Sem muita regra.

A verdade é que regras existem como forma de orientacão para casos de dúvidas, e isso é bom. Mas elas não são uma lei absoluta irrevogável!

Devo cumprimentar todas as pessoas da festa? Bem, se eu “tenho que” eu não sei, mas vou querer, né? Questão de bom senso. Afinal, se eu convidei, não faz sentido elas irem embora sem nos falarmos. Pior, não faz sentido elas irem embora sem me cumprimentarem! Tem etiqueta para noivos, mas também tem para convidados, não podemos esquecer!

Ai, é tanta regrinha! E até onde não tem regrinha, parece que as pessoas procuram regrinha! Até inventam onde não tem, fazem questão de padronizar quando poderiam personalizar. E perdem a chance de desenvolver uma coisinha que todo mundo deveria desenvolver, não só nos preparativos do casamento, mas também na vida: o bom senso.

Com bom senso fica fácil tomar decisões. Na dúvida, basta se colocar na posicão de convidado. Você provavelmente já esteve em mais de um casamento na vida. O que agradou? O que não agradou? O que foi indiferente? Em quantas coisinhas você está pensando agora nas quais você nem repararia se fosse convidada? Partindo do princípio de que somos mocinhas finas e educadas, dificilmente você vai errar.

E vocês? Que regrinhas dessas pré-estabelecidas vocês não seguiram e não pretendem seguir?

Bjs, Jane

ps. meu dia está chegando!

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Gosto muito

Gosto muito de coisinhas submersas, em redomas. E adoro tulipas! lembram-me início de primavera européia!

Foto: Fabrícia Soares

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Dos desabafos

Quem já escreveu desabafo contra fornecedor? Eu uma vez mandei e-mail mal-criado pra cerimonialista que não respondeu meu e-mail. Eu no vácuo em plena TPM! Sinal de perigo! Ao menos fiquei só no email, diretamente com ela. Jamais no blog.

Já pensou se os fornecedores escrevessem blogs sobre suas experiências ruins com noivas da mesma forma como reclamamos deles por aí?

Escrevo isso porque, por mais que eu seja a favor da democracia na internet e da liberdade de expressão, acho importante que haja cuidado na hora de escrever um desabafo. A fotógrafa Fabrícia Soares uma vez escreveu um excelente texto sobre o assunto (leia aqui) que resume super bem outro lado da moeda. O lado de quem vive de prestar serviços.

Noivas estão stressadas? Sim. Noivas estão mais sensíveis? Sim. Noivas são sempre as donas da razão? Nem sempre.

Nem sempre um atendimento formal é um atendimento grosseiro. São duas coisas diferentes.

Nem sempre o seu atraso pode ser contornado. E não, o fornecedor não tem a obrigação de esperar por você.

Nem todo fornecedor é mesquinho, salafrário, sem-vergonha, estrela, interessado apenas em espatifar o seu porquinho. Muitos estão fazendo o seu trabalho com honestidade, dignidade e qualidade.

Fornecedor também tem dor de cabeça, crise de stress, também briga com a esposa que dormiu de calça jeans, e tem unha encravada. Muitos também pegam trânsito no caminho para o trabalho. E de ônibus! Dois ônibus! Se for mulher, também tem filho pra criar, bebê com febre em casa e crise de TPM. Mas às vezes eles simplemente acordam em um dia ruim. Como todos nós. Os fornecedores são tão humanos quanto as noivas.

Portanto, lindonas… Antes de escrever um desabafo, cogitem o que pode estar acontecendo do outro lado.

E lembrem-se de que vocês estão em um momento que, com todo o stress, é um momento bom, gostoso, de amor, de alegria. Caramba, nós CASAREMOS! Vale mesmo a pena criar caso com lacinho do bem-casado, atendente de mau-humor (como se noiva nunca tivesse mau-humor!) ou o tom de vermelho das rosas?

Para pensar, né?

Love,

Jane

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E as lágrimas?

Da série “Momentos marcantes do casamento”.

O post Casmento x Medo deu o que falar, e agora decidimos perguntar: depois de falar dos nossos medos, o que mais fez ou fará você chorar de emocão? Qual foi o será o seu momento lencinho, como diz a Jess?O meu será na hora que eu entrar, prevejo eu! Eu ali, descendo a escada (da qual eu tenho medo de cair!) e vendo meu amado lá na frente com sorriso travado e um filminho passando na minha cabeca… Não vou me segurar!

Só vale dizer um! :-)

Beijos!

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Estamos prontas?

 

Hoje eu vi esta notícia que me fez pensar…

Depois de convites com cristais Swarovski, o “conto de fadas”, como foi chamado o casamento dos pombinhos da foto, veio a parte triste: separacão.

O post do casamento da Stefanny e do Pato foi um dos mais comentados aqui no Casarei e em tantos outros lugares. Pela festa, pela polêmica do investimento astronômico feito pelos dois e por todo alarde feito na mídia também.

Mas hoje eu fiquei pensando… Por que alguns investem tanto na festa e não investem na mesma proporcão no que acontece depois da festa?

Estamos preparadas para o que vem depois do grande dia? Será que esse mundo da indústria do casamento, tão cheia de encantos, não confunde as coisas e troca as prioridades de lugar?

Em inglês (e em alemão também) temos duas palavras diferentes: o wedding (a festa do casamento) e o marriage (a união, a família, o que vem depois do wedding). Eu confesso que sinto falta de ter duas palavras distintas no Português para as duas coisas também.

Afinal… estamos muito preparadas para o wedding, mas estamos preparadas para o marriage? Estamos preparadas para o dia em que o conto de fadas se torna realidade?

Bjs, Jane

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E falando em civil…

Já que este é o tema proposto para uma série… E quem faz os dois separadamente? Alguém aí, além de mim e da Sharon, fez ou vai fazer? Por que fazer os dois separadamente, podendo fazer tudo no mesmo dia, assim, pa-pum, como diz a Jess?

Quem tem relatos ou pitacos sobre o tema a compartilhar?

(Foto: Sarah Yates)

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E quando o pedido é em rede nacional?

No sábado foi a final do Deutschland Sucht Den Superstar, a versão alemã do American Idols.

– Mas… – perguntarão algumas das nossas leitoras – o que isso tem a ver com o tema do nosso querido Casarei?

Eu explico: O Mehrzad Marashi cantou uma música de letra pra lá de romântica na semifinal, um hit por estas terras germânicas, dedicada a sua amada. E, ao final da música, depois de cantar o refrão que diz … não conheço nada que seja tão bonito quanto você, foi ele caminhando em direção a ela e fez O pedido de casamento, com direito a anel de noivado, em rede nacional, para a Alemanha inteirinha ver!

Quer ver também? Achei um vídeo no YouTube com a música + o pedido + reação da mocinha (qualidade fraca, sorry…), e se você clicar aqui você vê uma versão apenas com o finalzinho da música + o pedido (qualidade melhor + uma propagandazinha alemã na introdução + a resposta da mocinha, que o YouTube não mostra).

Eu sei, está em alemão, mas alguns gestos são universais.

A propo… no sábado ele venceu a final!

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Cool. E de chapéu.

É que eu estava procurando noivas de chapéu e achei essa. Cool demais!

E continuo fazendo capanha: noivas que se casam de dia, ao ar livre, usem chapéu! Eu acho tão fino, tão bonito, tão elegante, tão adequado a um clima tropical!

Vocês não acham não?

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Parabéns para a Jess!

A você desejamos toda a felicidade, toda alegria, toda festa, toda música, todo amor, toda bênção divina que existe nos mais lindos casamentos! Hoje e por toda sua vida!

FELIZ ANIVERSÁRIO!!!

Beijos!

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Manifesto pela atitude

Porque mulher de atitude usa sapato vermelho quando a avó diz que só o branco combina.

Casa de cabelo solto quando a cabeleireira diz que noiva  “tem que usar cabelo preso”.

Dispensa o véu mesmo quando a mãe diz que “noiva seu véu não é noiva”.

Corta o cabelo – para manter o que já é curto – mesmo a tia dizendo para deixar crescer para o casamento.

Casa de véu bem comprido, grinalda, vestido longo, com festa grande e ao som da Marcha Nupcial, mesmo com um monte de blogueiras dizendo que “casamento é tudo igual”.

Decora a festa com margaridas, mesmo a sogra achando “pobre”.

Decora o salão em verde e branco, mesmo a decoradora dizendo que “todo mundo faz”.

Investe na festa dos sonhos, mesmo com a colega do trabalho do noivo dizendo que “é muito melhor investir em um apartamento”.

Não faz festa, só a cerimônia, mesmo com a família do noivo dizendo que “casamento sem festa não pode, é sem sal”.

Faz uma festa Rock N’ Roll com caveirinhas nos docinhos, mesmo que a vizinha se escandalize.

Mulher de atitude é assim: não abre mão de ser ELA MESMA. Modernas, tradicionais, brincalhonas, sérias, informais, pomposas, discretas, princesas, vintage, roqueiras, latinas, européias, americanas, jovens ou maduras.

E vocês? Engrossam a lista das “mulheres de atitude”?

___

ps. Faz tempo que eu queria escrever sobre isso, mas depois do comentário da Nayane no post sobre “dizer não” vi que não podia adiar mais!

ps.2 é gente, acho que vou dividir os Manifestos do Beijo com o Casarei!

(Foto: Patrícia Figueira)

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Dos Indispensáveis

Existe uma coisa indispensável, e eu acho que essa é unanimidade (ou pelo menos deveria ser): FOTOGRAFIA. Com festa, ou sem festa, só cerimônia ou apenas o casamento civil, na praia, no salão, na fazenda ou embaixo d’água… você vai querer eternizar este momento, guardar para mostrar para os filhos que virão.

Seguindo a mesma linha, tem um outro item que, teoricamente, deveria ser indispensável pelo mesmo motivo: o vídeo. Mas já estamos todas tão saturadas de vídeos chatos e repetitivos que acabam juntando poeira na prateleira de casa, que muitas já consideram esse item um item para corte. Eu pensava assim também. E então eu lembrei do cortejo que não vou ver, da primeira dança que também não vou ver, e da cerimônia que eu provavelmente não vou prestar atenção por estar nervosa. Das palavras, dos votos, de todos os sons. Sim, é preciso filmar.

O problema é que no Brasil falta quem faça filmes emocionantes, de fato. E ficamos com a impressão de que todo vídeo de casamento é chato. Mas é possível fazer um vídeo bonito! Uma ideia na cabeça, referências (do exterior, que seja, eles estão fazendo coisas lindas!), um video maker disposto a ouvir e inovar. Ou então uma filmadora na mão de amigos. Ou então a importação direta.

Estes dois itens – foto e vídeo – eu considero comuns e indispensáveis a todo tipo de casamento.

Maaaaaaas, para quem terá festa, tenho outros itens que considero indispensáveis na lista, e categorizei em três grupos:

1. Terei, mas economizarei (na medida do possível e sem perder a qualidade, obviamente):

Convite, música, local, decoração, comida, bebida, doces. Não sei se a palavra certa é simplesmente economizar, mas eu não perdi noites de sono com eles. Achamos, gostamos, tem referências, Rafa fez degustação e aprovou (é, ele foi meu paladar, já que eu estou aqui do outro lado do oceano, né…), fechamos. Sem muita complicação sobre o bem-casado mais macio de todos, o laço channel mais perfeito, ou o DJ mais badalado.

2. Terei e não economizarei:

Mimos pessoais. Chamem-me de egoísta, narcisista, ou o que quiserem, mas a minha noite de núpcias e meu dia da noiva são sagrados! E nossos trajes também.

3. Terei, e esses não tem preço:

  • Uma cerimônia muito caprichada e cheia de significados.
  • Um celebrante amigo.
  • Os mais queridos e amados convidados.
  • Meu amor com cara de_________________ (preencha você a lacuna. O meu é boboxonado, que cute!)
  • Deus abençoando a união no dia e sempre.

E vocês?

(Foto: Fernanda e Sharon)

UPDATE:

Justiça seja feita. Existem bons profissionais de vídeo no Brasil sim. Poucos, mas existem. Mas como esse assunto rende outro post, vou deixar pra indicar os brasileiros que eu gosto em outra oportunidade. Até lá, já tem algumas dicas muito boas aí nos comentários! Beijos!

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Frase do dia

Felicidade não é a estação final da chegada do seu trem, e sim uma maneira de viajar.
(George Jackson)

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Vídeo para casamento

Para quem acha que vídeo de casamento é sempre chato (que nem eu achava), existem exceções!

(Clique na imagem ou no link abaixo para ver)

Preview: Daniel and Laura from Ben Potter & Drew Barefoot on Vimeo.

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Dos cortes

Em tempos de crise, orçamentos apertados, e contratempos inesperados, às vezes é preciso fazer cortes no que inicialmente foi planejado para o casamento. Eu pelo menos precisei. Mas já tinha alguns itens classificados como “desejáveis, porém dispensáveis” no meu check-list.

Os “itens desejáveis” ainda estavam previstos. Mas, sabe como é… contratempo aqui, Euro em queda ali, eu ganhando em Euro e casando em Reais… lá fomos nós fazer os cortes dos dispensáveis.

Eu considero dispensáveis:

  • Havaianas. Um custo alto para ver as convidadas lindas e bem vestidas com elegantérrimos vestidos de festa e… Havaianas?
  • Lembrancinhas. Especialmente se houverem bem-casados. Considero melhor investir nos cartões de agradecimento. A não ser que você vá se casar apenas na igreja, sem festa. Nesse caso, eu distribuiria lembrancinhas.
  • Calígrafo. No meu caso, eu mesma fiz (vide foto que ilustra este post). Mas faria tags impressas se não tivesse ficado satisfeira com a minha letra.
  • Convite e presentes especiais para padrinhos. Eles que me desculpem, mas eu fui madrinha, nunca ganhei nada e nem por isso me senti incomodada ou ofendida. Pelo contrário! A honra de ser madrinha não tem preço! Adoro mimar, mas… nem sempre é viável, né?

É claro que tem coisas que são bacanas, “desejáveis”, mas fazer cortes nos faz perceber o quanto somos seduzidas por ofertas do famigerado mercado do casamento, sem questionar o real significado e necessidade de determinadas coisas.

Além dos cortes, existem alternativas para algumas outras coisas. O bouquet é uma delas. Eu também acho as peônias lindíssimas, fico super feliz quando a Primavera chega por aqui e elas aparecem nas floriculturas a 1 Euro por unidade. Mas não me conformo com os preços delas no Brasil! Então pergunto: você realmente precisa delas ou de outras flores caríssimas, importadas, raras ou produzidas em estufas? Existe realmente uma falta de flores lindas no nosso país, que poderiam igualmente render belíssimos bouquets?

E vocês? Tiveram que cortar alguma coisa? Ou deram seu jeito? O que vocês cortaram ou cortariam? O que consideram dispensável?

Bjs! Jane

ps. em breve eu falo dos itens que considero INdispensáveis.

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Jogar o bouquet

Dizem que a solteira que pegar o bouquet será a próxima a casar. Dizem, do verbo, é furada. Peguei dois, vi uma galera casar depois disso (e pegar bouquets) e decidi não tentar mais pegar. Hoje, – vejam só que coisa! – depois de muitos bouquets perdidos, estou noiva.

Bem, eu sei que a maioria vai mais pela brincadeira. Mas… não é meio machista isso não? Um bando de mulheres desesperadas dando gritinhos se atracando por um bouquet? Sim, algumas literalmente se atracam! E os homens? Riem e se divertem! Não deveria o noivo jogar algo para eles também para que a noiva os veja se atracando?

Já teve sim quem jogasse caixa de charuto ou pseudo-caixa de whisky para eles. Mas parece que a brincadeira não pega. Ou pega?

Por mais que seja brincadeira (sim, eu provavelmente jogarei o meu… ou não… quem sabe?), eu confesso: acho meio machista. E constrangedor também. Especialmente quando começam a chamar solteiras pelo nome. Pelamor, gente, não! Chamar pelo nome é maldade! Nunca se sabe se a mocinha lida bem com a fase de solteirice ou não.

Mas sei lá… parece que algumas solteiras gostam da brincadeira. E para elas, às vezes ainda tem sapo, oração do desencalhe e medalhinha de Santo Antônio. E eu que já não gosto da palavra encalhada… Leitoras solteiras, vocês não estão encalhadas! No máximo ancoradas! Quando quiserem, é só içar a âncorar e sair a navegar! Ok?

Então eu pergunto: até que ponto queremos manter tradições? Dá para substituir ou adaptar algumas? Quais? Como? Dá para homenagear solteiras E SOLTEIROS de outra forma?

Ou será que estou sendo radical?

Beijos!

__

ps. esta é uma opinião pessoal sobre um tema genérico sem intuito de atingir ninguém em particular. Cada uma é livre para fazer o que quiser no próprio casamento e ser feliz! E a foto é da Fabrícia Soares.

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Noiva tatuada

Esconder ou mostrar?

A minha eu vou mostrar. E vocês?

(Fotos: Patrícia Figueira)

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Músicos para o seu casório

A Intermezzo toca assim: lindamente! Então, para quem busca músicos competentes e sensíveis, com repertório bonito e flexível, formações grandes ou pequenas, fica a dica!

Intermezzo: http://intermezzo.mus.br

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Para os cabelos de noivas ousadas

Tudo encomendável via Accessorize.

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Uma historinha e uma ajudinha

Um dia uma certa pessoa, que convencionou-se chamar de Camila, deu um presente para seu amado: um bulbo de uma determinada flor, a qual ele já havia comentado que admirava muito. Junto com o bulbo, incumbiu-lhe a missão de cultivá-lo com o mesmo amor com que se cultiva uma relação.

E foi assim, bem piegas mesmo, que se fez o primeiro presente dela para ele. E ele cuidou do bulbo. E o bulbo virou flor. Não, ele virou várias flores! Todas lindas!Cresceu tanto, que ele teve que replantá-lo no jardim da casa, pois ele mal cabia no vaso onde estava. Mas um dia caiu uma tempestade daquelas típicas do verão carioca e a planta não resistiu. Partiu-se ao meio, e não tornou a crescer, para tristeza do rapaz e da Camila.

Acontece que agora a Camila vai se casar e gostaria muito de entrar com uma única flor no lugar de um buquet, o mais parecida (e porque não igual?) àquele presente que ela outrora deu ao seu amado. Um símbolo, que ele certamente reconheceria assim que a visse caminhar em direção a ele no altar.

Porém…

Quem disse que ela consegue encontrar uma DÁLIA no Rio de Janeiro???

Alguém ajuda a Camila? De preferência nas cores da foto acima. Podem deixar contatos nos comentários mesmo.

Obrigada.

(Foto: Stephany Ann Stephens)

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Regras para o voilette?

Etsy

Eu me pergunto o porque da necessidade que se tem de seguir regras para se fazer o que quer. E quando não há regras, procura-se inventá-las.

Um exemplo clássico disso diz respeito ao voilette. Este acessório lindo que faz tantas noivas suspirarem, mas poucas ousam substituir o tradicional véu longo por um deles.

Pois eu, que geralmente sou avessa a essa coisinha de seguir ou deixar de seguir o que se gosta por causa de regrinhas estabelecidas por terceiros que nem me conhecem, resolvi mesmo assim dar umas navegadas pela internet e procurar alguma coisa nesse sentido.

Não achei! A única coisa que é unanimidade é que é preciso ter atitude para usar um. E mulheres com atitude, por natureza, não se prendem a regrinhas pré-estabelecidas para usar, fazer, promover ou ser o que gostam e acham bacana. O dia que criarem regrinhas para o voilette, muitas das mulheres ditas de atitude deixarão de usá-los.

Ainda assim, existem opiniões diversas a respeito de como usar ou não usar, e até mesmo umas tentativas de se colocar essas opiniões pessoais como regras por aí.

Eu não sou consultora de moda, não sou estilista, não sou acessora de casamento, mas tenho opinião. E baseada nela é que eu resolvi deixar umas dicas e derrubar umas cercas e muros que porventura tenham sido colocadas em torno da ousadia e da atitude que existe em você.

1. De dia, de tarde ou de noite?

Tanto faz! O voilette é versátil o suficiente para combinar com qualquer estilo de vestido e evento. É possível que a maioria das noivas o associe a eventos diurnos, já que a grande maioria das fotos que conhecemos é de noivas californianas em casamentos campestres e, muitas vezes, rústicos.

Mas daí eu achei essas fotos:

(Fotos: Cathy and David. Tem mais aqui)

Não me parece nem um pouco informal, nem rústico, nem campestre e nem exclusividade de eventos diurnos. E esse penteado! Puro glamour!

2. Tirar na festa ou usar o tempo todo?

Depende. Acho que aqui vale o bom senso e o conforto. Se cobrir apenas parte do rosto ou só a cabeça e você se sentir confortável com ele, não tire. Se ele cobre o rosto inteiro, acho sensato tirar na hora do “agora pode beijar a noiva” e não colocar mais. Afinal, vai ser um pouco desconfortável levantar o veuzinho toda hora para comer, beber e cumprimentar as pessoas.

3. Pode usar na igreja?

E por que não poderia?

4. Será que fica bom com vestido de renda?

Depende. A princípio, ele combina com qualquer modelo de vestido. Com renda, sem renda, longo, curto, rodado, justo. O que vai determinar a harmonia e beleza do seu look é um conjunto maior de fatores, muito além de ter ou não ter o voilette. Depende do estilo do vestido, do penteado, dos acessórios, das jóias e do arranjo que você usar (ou não usar) junto com o voilette e do estilo do seu casamento também.

O mais importante, na minha opinião, é pensar em equilíbrio e evitar o excesso de informação. Isso independe de usar ou não o voilette. A noiva glamourosa das fotos acima caprichou no vestido e no penteado, mas deixou o voilette dela sequinho, sem flor nem arranjo, por exemplo. Se você optar por um voilette com uma flor ou um arranjo mais elaborado, acho bacana equilibrar com um vestido que tenha menos detalhes.

E, para terminar, diante da dificuldade para encontrar um voilette que agrade no Brasil, deixo aqui o melhor tutorial que já achei! É só clicar aqui. (apenas em Inglês…)

Beijinhos!

Jane

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Por que é tão difícil dizer “não”?

não, eu não vou usar véu.

não, eu não quero casar de noite.

não, eu não quero vestido longo.

não, eu não gosto de bem casados.

não, eu não vou chamar a namorada do vizinho da tia do seu amigo que você conheceu no jardim de infância e não encontra há dez anos, sorry.

não, eu não gosto de sapato branco.

não, eu não abro mão do RSVP.

não, eu não quero abrir mão da festa por um apartamento ou por uma viagem.

não, eu não vou distribuir lembrancinhas nem havaianas.

***

quantas vezes vocês disseram “não”?

quantas vezes vocês queriam ter dito “não” e não disseram? e por que não disseram?

afinal, por que é tão difícil dizer “não”?

com a palavra, as leitoras!

ps. não confundir dizer “não” com ser grosseira. são duas coisas muito diferentes.

bjs, jane

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Releitura do véu

Alguém me explica porque tão poucas noivas brasileiras ousam assim? Nada contra as grinaldas de pedrarias em forma de florzinha cobrindo a cabeça, afinal cada uma casa como quer.

Mas… (suspiros)

Imagens: Unveiled Bridal Designs

Bjs, Jane

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Meias

Quem se aventura?

Fotos: Fabricia Soares e Lizelle Lotter, via Ruffled

bjs, Jane.

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